Dicas do Prof. Rooney

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Saiba como vincular dados do Excel no Word e PowerPoint

Dessa maneira, ao editar as informações em um aplicativo, ela irá se refletir no outro automaticamente.


Uma das dúvidas mais comuns de quem usa planilhas é como fazer para vincular os informações do Excel (dados, tabelas) no Powerpoint e no Word de tal modo que, ao se alterar as primeiras, as modificações se reflitam nos demais documentos.

Apesar de parecer uma coisa complexa, isso é bem mais fácil do que se imagina. Veja como fazer isso nas versões 2003 e 2007 do Excel.

1) Vinculando dados do Excel 2003

Vejamos os dois exemplos a seguir: um gráfico e uma tabela.


Para copiar o gráfico para o Word sem vínculo (ou seja, de forma que as alterações no gráfico não reflitam no Word), selecione o gráfico, copie-o e vá até o Word. Clique em Editar, Colar e pronto, o gráfico já está transferido para o Word.

Caso deseje que o vínculo aconteça, isto é, as alterações no gráfico irão refletir no Word, copie da mesma forma no Excel. No Word, vá em Editar, Colar Especial. Na janela de Colar especial, clique em Colar Vínculo e marque a opção Planilha do Excel: objeto.



Salve o arquivo .doc, retorne ao Excel e faça qualquer alteração que quiser nos valores e/ou no gráfico. Confira o resultado no Word.

Se não houver atualização automática, clique com o botão direito do mouse sobre o gráfico colado no Word e clique na opção Atualizar Vínculo.

2) Vinculando dados do Excel 2007

Faça a mesma coisa: copie a tabela e, no Excel 2007, vá em Início, Colar, Colar Especial.

Marque Colar Vínculo, selecione Bitmap e em seguida dê OK.


Para o gráfico, funciona da mesma forma, porém a tela de Colar especial é um pouco diferente: também marque Colar Vínculo, selecione Bitmap e em seguida dê OK.


Se não atualizar, clique com o botão direito e vá à opção Atualizar Vínculo.


3) Vinculando dados do PowerPoint 2003

Para colar sem vínculo, faça a mesma opção Copiar, Colar. Para colar com vínculo, vá em Editar, Colar Especial:


4) Vinculando dados do PowerPoint 2007

É absolutamente a mesma coisa:



Fonte: Fábio Vianna, especial para a PC World
Data: 04-02-2009

sábado, 31 de janeiro de 2009

Download do beta do Win 7 só até dia 10/02/09

Na sexta-feira, 23/01, a Microsoft anunciou em seu blog que vai suspender os downloads da versão beta do Windows 7 a partir do dia 10 de fevereiro.


Tanta gente baixou o Windows 7 e estamos recebendo tantos comentários sobre o produto que já estamos próximos de nossa capacidade do ponto de vista da engenharia”, disse, em post, Brandon Leblanc, gerente da Microsoft. “Por conta da procura continuar alta e nós não desejarmos que pessoas fiquem de fora, manteremos o download da versão beta disponível até o dia 10 de fevereiro”.

O fim do período público de testes do sucessor do Vista acontece da seguinte forma: aqueles que iniciarem o download antes do dia 10, terão até a zero hora do dia 12 de fevereiro para terminarem a tarefa. A partir desse momento, o acesso será bloqueado.


Win 7, o melhor de todos os Windows

No dia 7 de janeiro, a Microsoft anunciou durante a abertura da CES - Consumer Electronics Show, o lançamento da versão de testes do sistema operacional Windows 7, substituto do atual Vista.

Anunciado como “o melhor de todos os Windows” pelo CEO da MS, Steve Ballmer, o Windows 7 aposta na conectividade com dispositivos como a televisão, o telefone e o computador através da internet.

O sistema ainda permite uma movimentação ágil entre as diferentes telas, além de trazer uma configuração mais simples para estabelecer redes de trabalho.

Baixe o Windows 7 Beta para você (Em inglês, nas versões 32-Bit e 64-Bit).

O Windows 7 Beta só funcionará até o dia 1º de agosto de 2009.


Autor: Olhar Digital
Publicado em : 26/01/09
Data: 31/01/09

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Microsoft lança versão gratuita e stand-alone do Hyper-V Server 2008


Em resposta à VMware, empresa disponibiliza versão gratuita da solução de virtualização, que antes custava 28 dólares.


A Microsoft fez uma série de anúncios envolvendo suas ofertas de virtualização nesta segunda-feira (08/09). As novidades incluem o System Center Virtual Machine Manager 2008, o Microsoft Application Virtualization 4.5 e o novo Microsoft Hyper-V Server 2008.


Uma versão stand-alone do Hyper-V Server 2008 será disponibilizada gratuitamente em 30 dias. A empresa vinha cobrando 28 dólares por uma versão que podia ser baixada diretamente de seu site. A estratégia reflete a decisão da VMware de fazer o mesmo com o hypervisor ESXi, anunciada em julho deste ano.

Segundo Neil Sanderson, chefe de virtualização da Microsoft no Reino Unido, essa indústria é dinâmica e muda rapidamente. Como existem outras ofertas sem custo disponíveis, a empresa decidiu disponibilizar seu sistema da mesma maneira.

Também em 30 dias, a Microsoft vai lançar o System Center Virtual Machine Manager 2008, que oferece aos administradores a possibilidade de gerenciar tanto servidores virtuais, quanto físicos.

Na semana passada, a companhia lançou o Application Virtualization 4.5, juntamente com algumas mudanças em suas políticas de licenciamento. O produto é busca melhorar o desempenho de desktops usando Windows Vista fazendo o streaming de aplicações com alta demanda por capacidades.

A Microsoft também iniciou uma série de eventos ao redor do mundo para promover suas ofertas de virtualização.

Fonte: IDG News Service
Data: 08/09/2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Lançamento do Google Chrome dá início à 3ª guerra dos browsers


Browser aberto coloca Google como primeiro rival de verdade para Microsoft no setor de navegadores. Relembre a 'briga' no setor.

A primeira guerra não foi devidamente emocionante: de um lado, a gigante do setor arrastou a startup inovadora e pioneira e sedimentou sua atual posição.

Na segunda, o fantasma da startup derrotada ressurge apoiada pela comunidade e, em um ritmo devagar, toma quase um quinto da participação do dominador.

Na terceira, a gigante ganha um competidor à altura: com o lançamento nesta terça-feira (02/09) do Chrome, o Google se coloca como principal rival da Microsoft em um setor onde a desenvolvedora nunca teve um competidor que realmente pudesse desbancá-la da liderança entre os navegadores.

Após o vazamento de uma revista em quadrinhos explicativa nesta segunda-feira (01/09), o Google foi forçado a adiantar o anúncio do Chrome, navegador de código aberto produzido totalmente dentro do buscador.

O anúncio do Google dá início à terceira guerra dos navegadores após duas "disputas" onde a Microsoft levou vantagem com sobras frente a competidores que não tinham nem a receita nem a infra-estrutura da gigante de software responsável pelo sistema Windows e pelo pacote Office.

A primeira esteve mais para surra que para guerra. Após o Netscape se sobressair pelas funções e começar a dominar o mercado de navegadores no início da década de 90, a Mirosoft apelou para sua grande adoção entre os sistemas operacionais para ganhar participação.

Até 1997, era o Netscape Navigator, da empresa homônima, o líder do setor. Com o lançamento do Internet Explorer 4.0, que aliava funções inovadoras para a época, como páginas dinâmicas, com grande campanha de marketing acompanhada da integração ao Windows, o IE começou a corroer a liderança do setor.

Em 1999, o Internet Explorer assumiu a ponta do setor, de onde não saiu até hoje. Enfraquecido pela concorrência com a Microsoft, muito mais poderosa financeiramente mesmo depois do sucesso do seu IPO, a Netscape foi vendida para a America Online em 1998.

Meses antes de se tornar uma divisão da AOL, a Netscape fez algo que alimentaria sua tentativa de revanche anos depois - o código do navegador foi aberto e divulgado sob uma licença GNU, na semente que ajudaria a fomentar a Mozilla.

Renascida das cinzas

Sete anos após perder a liderança para a Microsoft, o Netscape teve sua segunda chance contra o Internet Explorer com o lançamento da segunda versão do Firefox, navegador de código aberto baseado no pioneiro do setor, coincidindo com a oficialização do Internet Explorer 7.

A falta de competidores no setor fez com que a Microsoft demorasse seis anos entre o lançamento da sexta e da sétima versão, o que deu espaço para que a então Fundação Mozilla reformulasse o código do Netscape e acrescentasse funções ainda não popularizadas entre software de navegação.

Apoiada por sua comunidade, responsável por processos que vão do desenvolvimento de ferramentas à divulgação informal com adesivos e anúncios de jornal, a Mozilla forçou a Microsoft a se movimentar novamente

A mistura entre ferramentas novamente inovadoras, como a "barra sensacional", a recuperação de abas ou a integração de buscas à interface do programa, fez com que o Firefox atingisse quase 20% do setor de navegador, segundo a NetApplications, fatia majoritariamente roubada do Internet Explorer.

Antes do anúncio do Google, o setor se encaminhava para mais um capítulo da segunda guerra, deflagrada em outubro de 2006.

Após o lançamento com bastante visibilidade do Firefox 3, com direito a recorde no Guinness World of Records, a Microsoft dava uma prévia do que seria o Internet Explorer 8 em sua segunda versão beta.

Com a oficialização do Chrome, a Microsoft ganha, pela primeira vez, um rival do seu tamanho que pode ameaçar sua dominação no mercado de navegadores.

Fonte: Redação do IDG Now!
Publicado em: 02/09/2008




Google: aplicações online do Chrome são recado direto à Microsoft


São Paulo – Com transformação de serviços online em aplicativos offline, Chrome leva rivalidade entre Google e Microsoft para o desktop do seu PC.


Não se engane pelo discurso dos benefícios da competitividade promulgado tanto por Google como por Microsoft: o lançamento do browser Google Chrome, oficializado nesta terça-feira (02/09), vai além de ser apenas mais uma opção para quem navega online.

Ainda que se foque em funções interessantes, como o gerenciamento individual de abas, o modo totalmente protegido ou o novo engine de JavaScript V8, a atração de verdade do Chrome permite que os usuários transformem serviços online em aplicativos para desktop.

O Google não está pisando pela primeira vez no terreno: o Google Gears é o projeto do buscador que ajuda serviços a estarem disponíveis para usuários que ficam sem conexão à internet.

A aposta do Google em serviços online que concorrem com a Microsoft - notoriamente o Google Docs contra o pacote corporativo Office - ganha sua última peça com o lançamento do Chrome graças ao sistema offline.

Explica-se: se antes o Gears permitia que apenas serviços selecionados (como Google Reader e Remember the Milk) pudessem ser acessados sem internet por outros navegadores, o Google agora prepara um canal em que todos os serviços online podem ser levados ao desktop.

A primeira conseqüência disto é preparar todos os serviços que o Google oferece apenas pela internet atualmente para os desktops - clique duas vezes sobre o ícone do Gmail e veja seus e-mails ou escolha o ícone do Reader e leia seus feeds.

Entre usuários móveis que nem sempre têm acesso à internet, a ferramenta do Chrome torna o editor de texto ou de planilhas do Google Docs um concorrente à altura do Word ou do Excel, encartados pela Microsoft no pacote Office. Até hoje, este suporte era feito por aplicativos isolados, como o Fluid para Mac.

A transição segue os mesmos preceitos do Google Gears, não à toa integrado no Chrome - o aplicativo aceita novos dados ou edições em um banco de dados local que será sincronizado com o serviço online assim que o sinal para internet voltar.

O Chrome faz a ponte entre o desktop do usuário e seus serviços online, estratégia que, caso o Chrome tenha sucesso e ganhe participação do Internet Explorer ou do Firefox no setor, poderá levar ainda mais usuários para os produtos do buscador.

"Quem controla o browser fica em uma posição muito vantajosa para controlar outros tipos de aplicativos", resume Marcelo Coutinho, diretor-executivo do IBOPE Inteligência e colunista do IDG Now!, que define a novidade do Google como "nada mais natural".

"Se olharmos as movimentações (de mercado ao redor) de padrões, são estes os players que tentam se posicionar em algo estratégico frente a toda cadeia. A Microsoft apostou que (o fator-chave) seria o browser. Ele é importante, mas o buscador é mais ou tão importante que o browser".

A relação entre o buscador e a Mozilla, responsável pelo Firefox, de quem o Google afirmou ter usado componentes no desenvolvimento do Chrome, é paradoxal com o anúncio do navegador.

Ainda que esteja por trás de um rival, o Google é o principal financiador da Mozilla, graças a acordo para que o Firefox use a busca do Google como padrão - ironicamente, a parceria foi estendida por mais três anos dias antes da oficialização do Chrome.

Coutinho explica: "o Google está se aproximando de uma escala e um tamanho que podem ser questionados em (questões) antitruste. Por isto, interessa ter um terceiro player no mercado - o Google pode alegar que o setor tem diversos concorrentes".

Seguindo a estratégia, o Google gastaria hoje para não tomar as multas milionárias e as restrições de varejo que a Microsoft tomou, principalmente nos últimos anos, com destaque especial para a União Européia.

Por enquanto, tanto Microsoft e Google mantêm o discurso conciliador. A infra-estrutura necessária para que o Google saia do seu ambiente natural, a internet, e comece a se arriscar onde sua principal rival construiu seu império está pronta.

Fonte: Guilherme Felitti, Editor-assistente do IDG Now!
Data: 03/09/2008


Sete razões para amar e sete para se preocupar com o Google Chrome

Análise mostra sete pontos onde o browser do Google pode conquistar o internauta e também motivos de preocupação com o software.

O primeiro beta do browser aberto Google Chrome foi lançado na terça-feira (02/09) ara usuários do Windows Vista e XP, mas haverá em breve versões para Mac e Linux.

É claro que há razões que justifiquem a empolgação com o navegador do Google - mas também algumas questões que podem preocupar os usuários.

Abaixo, listamos sete razões para você entender porque o browser Google Chrome é legal e outros sete motivos para você poder até mesmo odiar a novidade do gigante de buscas.


  • 7 Razões para gostar do Google Chrome


1. O browser não travará
Talvez o melhor desenho da arquitetura de multiprocessamento. Isto, como a casca de uma noz, elimina a necessidade de fechar o navegador quando um site ou aplicativo online trava.

Cada aba, com o Google Chrome, é independente de qualquer outra aberta pelo usuário. Esta medida também oferece uma camada adicional de segurança, já que isola cada site e aplicativo em um ambiente limitado.

2. É muito rápido
O programa, em si, abre em poucos segundos após o usuário clicar em seu ícone de inicialização.

E mais uma vez, graças à arquitetura de multiprocessamento, um site lento não irá prejudicar o resto da navegação. Com plug-ins, é o mesmo. Se um site possui um anúncio em Java que demora para carregar, o Chrome o isola para o resto da página não ser afetada.

3. Você mal o percebe
O design do Chrome faz com que o browser mal pareça um software, já que grande parte do espaço na tela dedica-se ao site que você está visitando. Não há botões ou logos ocupando a área.

Os designers do navegador do Google afirmaram que a idéia era as pessoas esquecerem que estavam usando um navegador - objetivo que ficou bem perto de ser atingido.

4. A busca é mais simples
Um dos recursos do Google Chrome é o Omnibox, uma barra integrada no topo do navegador, na qual o usuário pode digitar uma URL ou um termo de busca - ou ambos - e o Chrome levará o usuário ao lugar certo sem mais perguntas.

O Omnibox aprende o que você gosta, também - e vai além da função autocompletar. Vamos supor que você gostaria de usar a função de busca do IDG Now!, por exemplo. Uma vez que você visitou o site, o Chrome lembrará que ele possui sua própria caixa de busca e dará a opção de usá-la diretamente do Omnibox. A função ainda automatiza buscas por palavras-chave.

5. Mais controle sobre as abas
O Chrome dá mais poder à idéia do uso de abas. Você pode pegá-la, por exemplo, e arrastá-la para sua própria janela individual. Ou você pode arrastar e combinar uma aba com janelas pré-existentes.

Também é possível configurar as abas sem a necessidade - exigida por outros browsers - de instalar add-nos.

6. Abre novas portas em sua página inicial
O Google Chrome tem, por padrão, uma página inicial dinâmica. Conforme o uso do navegador, o programa lembra os sites que você visitou com mais frequencia.

As nove páginas mais visitadas aparecem em miniaturas na página inicial, além de mostrar os mecanismos de busca e favoritos mais acessados.

É possível, contudo, se livrar deste recurso e incluir sua página inicial favorita, como em browsers tradicionais.

7. Navegação com privacidade
Assim como o recente beta do Internet Explorer, o Google Chrome oferece navegação privativa - com o recurso batizado de Incognito. É possível abrir um tipo específico de janela e descansar tranquilamente, sabendo que nada que for feito ali será salvo em um computador.

Diferente da ferramenta do IE8, contudo, a janela do Chrome é isolada do resto da navegação, assim é possível navegar com privacidade em uma janela, ao lado de janelas parecidas - e cada uma terá operações independentes.

  • 7 Questões preocupantes no Chrome

1. É apenas o primeiro beta
Este é o primeiro lançamento de testes do Google Chrome, então sim, aparecerão problemas nos próximos meses. É como você colocar em risco sua vida online nas mãos de um produto cuja eficiência ainda não foi provada.

A visita a certos sites já causou erros - como o acesso ao logmein.com, por exemplo, que gerou a mensagem “Este aplicativo falhou porque o arquivo xpcom.dll não foi encontrado.” Você quer lidar com esta incerteza diariamente?

2. Você não terá add-ons
Os add-ons são uma sensação para os fãs do Firefox, e nenhum deles, por enquanto, é oferecido pelo Google Chrome. O Google pretende criar uma API para estas extensões, mas por enquanto só o que lhe resta é esperar - e navegar sem os seus add-ons queridos.

3. Não é possível sincronizar
Uma das grandes vantagens do Firefox é sincronizar vários computadores usando a opção Weave, da Mozilla. Esta combinação permite que os usuários tornem os browsers de seu laptop, PC de casa e do trabalho idênticos e, uma vez que você se acostumou a este nível de sincronia, é difícil abrir mão. E o Google Chrome ainda não possui o recurso.

4. Saudade dos padrões
As funções são menos padronizadas neste novo navegador baseado no sistema open source Webkit, que também alimenta o browser Safari, da Apple.

Quando você compara as páginas no Chrome com as do Firefox ou Internet Explorer, nota uma diferença na formatação de textos. E já que a maioria dos sites dá prioridade ao código do líder de mercado, você poderá se decepcionar.

5. Mais munição para anunciantes online
Diante de toda a movimentação sobre as práticas de privacidade do Google e quanto de seus dados são compartilhados com anunciantes online, imagine o potencial de coleta de informações com o uso do browser da empresa. Agora, o Google pode ter controle total sobre sua experiência de navegação do momento em que você abre o Chrome ao momento de fechá-lo. De certa forma, você está convidando a DoubleClick para ficar a seu lado quando você navega.

6. A barra de ‘dropdown’ foi eliminada
A idéia de uma barra que apresenta opções de url enquanto o usuário digita um endereço no browser foi eliminada pelo Chrome. Para compensar, o browser oferece funções "inteligentes" em sua Omnibox, mas se o internauta quiser ver as URLs que digitou recentemente com um clique, não contará com a barra de dropdown.

7. Você perde um pouco de seu histórico
As funções de 'Histórico' do Chrome são menos versáteis do que as oferecidas no Firefox. O Chrome conta apenas como uma tela simples mostrando seu histórico diário de navegação. A possibilidade de selecionar informações por datas, sites ou endereços mais visitados parece ter sido subestimada pelos criadores do browser.

Então aí está o bom, o mau e o incerto sobre a primeira investida do Google no campo dos browsers.

Você mudará de browser?

Fonte: J. R. Raphael, da PC WORLD / EUA
Data: 03/09/2008

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Mais controles ActiveX com falhas, de terceiros, são desabilitados


Microsoft divulga patchs desabilitando controles que oferecem perigo a usuários em programas da HP e de publicação de fotos.

A Microsoft publicou nesta quarta-feira (13/08) atualizações para desabilitar controles ActiveX da HP e da Aurigma, nos Estados Unidos, na terceira movimentação do tipo feita pela empresa em quatro meses.

Um pesquisador de segurança ligou o lançamento com um novo produto lançado pela Microsoft na semana passada, que permite que desenvolvedores encontrem e corrijam bugs em seus próprios softwares.

Ambas as companhias cujos complementos foram desabilitados admitiram vulnerabilidades, já corrigidas, nos controles. O software da HP, atualizado em junho, tinha relação com um aplicativo de suporte integrado a alguns micros.

Já o Image Uploader, da Aurigma, já teve problemas no passado também. Em janeiro, a Symantec reportou múltiplas falhas no software, licenciado por sites como MySpace e Facebook para publicação de fotos a partir do navegador.

Os problemas foram corrigidos em março.

A primeira vez que a Microsoft divulgou uma atualização do tipo foi em abril, quando desabilitou um controle ActiveX usado pelo player do Yahoo. Em junho, foi a vez da Logitech ter um controle de drivers para mouses e teclados ser desabilitado.

Em abril, executivos da Microsoft admitiram que divulgariam atualizações do tipo sempre que o desenvolvedor pedisse. "Caso uma desenvolvedora descubra que distribuiu um controle ActiveX com problemas, basta nos pedir para que a Microsoft o desabilite", afirmou o porta-voz do Centro de Respostas de Segurança da Microsoft na ocasião.

As mudanças envolvem alterações no Registro do Windows. Os pacotes não corrigem o problema, simplesmente desabilitando a atuação do controle. Segundo a Microsoft, os patchs desta quarta não tem como alvo usuários que já atualizaram seus aplicativos.

Fonte: ComputerWorld/EUA
Publicado em: 14/08/2008
Data: 15/08/2008

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