Dicas do Prof. Rooney

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Nokia pode entrar no mercado de netbooks

 

Se a Dell vai começar a vender smartphones, porque a Nokia não poderia começar a produzir computadores? Pois parece que é nisso que a empresa finlandesa está pensando.

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Em um evento para a imprensa realizado na India, o CEO da empresa, Olli-Pekka Kallasvuo, declarou que os mercados de PC e de celulares continuará na tendência de convergência e que "a Nokia está observando o mercado de netbooks e avaliando as oportunidades".

O movimento não seria exatamente uma surpresa, já que a Nokia já trabalha com os dispositivos móveis da série N, como o N9000, que nada mais são do que computadores de bolso. O próprio N97 vinha sendo classificado como um computador móvel (até que algumas criticas começaram a dizer que ele não é tudo isso).

A verdade é que, para o mercado, a entrada da Nokia no segmento de netbooks é extremamente bem-vinda. Afinal, concorrência é sempre boa e, sendo a concorrente uma empresa como a Nokia, melhor ainda.

Fonte: Clara Maranhão, em TechGuru
Data: 20/08/2009

domingo, 9 de agosto de 2009

Uma nova classe de laptops, o Smartbook deve chegar ao consumidor no fim do ano

 

Os Smartbooks, híbridos de smartphone e netbook, se propõe a oferecer ainda mais portabilidade aos usuários.

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O nome foi adotado por empresas que trabalham com a ARM (Advanced RISC Machines), que desenvolveu o processador usado pela maioria dos smartphones.

Na feira Computex, realizada em junho em Taipei, a Qualcomm apresentou uma versão do Eee PC, netbook da Asus, equipada com seu processador Snapdragon e um versão do Android, sistema operacional do Google para celulares inteligentes.

A empresa chamou o aparelho de smartbook por ele ser mais fino que um netbook e não precisar de dissipador de energia nem de ventilação.
O aparelho tem tela de dez polegadas, webcam e modem 3G com suporte a várias redes em atividade no mundo. A empresa não disse quanto ele vai custar, mas os primeiros modelos devem chegar ao mercado até o fim deste ano.

A Microsoft afirmou durante a Computex que não vai oferecer uma versão específica do Windows para os smartbooks. Isso pode contribuir para que diferentes distribuições de Linux, até o Android, sejam usadas nessas máquinas.

Vantagens

"O smartbook é um netbook com menor capacidade de memória. É mais leve, mais portátil, conecta-se à internet de maneira mais fácil e tem bateria que dura mais", resume Renato Frias, engenheiro de aplicações da Freescale Semiconductor, que fornece processadores para diversos fabricantes.

Em post recente, o "Guardian" destacou por que os smartbooks devem se sair bem. Em primeiro lugar, porque têm apelo para pessoas que usam smartphones, mas sentem falta de uma tela e de um teclado maiores.

Alem disso, eles devem ser aceitáveis para os fornecedores de telefonia móvel que já suportam smartphones. E, não menos importante, oferecem uma bateria com vida útil mais duradoura. E, por fim, por serem mais baratos do que os netbooks -a ideia é que eles custem cerca de US$ 199.

"Sempre pensei que a convergência estava próxima. O smartphone é muito pouca configuração para o que um usuário de netbook precisa. E o netbook é muita configuração para quem quer só um smartphone", diz José Martin, analista de mercado da IDC Brasil, que calcula que EUA e Europa sejam os primeiros lugares a adotar a nova tecnologia.

Fonte: DANIELA ARRAIS, da Folha de S.Paulo
Data: 09/08/09

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Microsoft cria teclado exclusivo para Win7

Windows7-logo A Microsoft, aproveitando a proximidade do lançamento do Windows 7, desenvolveu uma nova linha de mouse e teclado para a sua próxima plataforma.

O teclado foi criado especialmente para o novo sistema operacional, e possui teclas específicas para alguns atalhos disponíveis no Win7. Um dos diferenciais é a possibilidade de ter o seu próprio "favoritos" da barra de tarefas. Com o recurso, o usuário pode criar uma lista de números que correspondem a cada diferente item da taskbar.

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O mouse é sem fio e com transceiver de 2,4 GHz. O conjunto deve começar a ser vendido ainda em agosto nos Estados Unidos, com preço estimado em US$80,00.

Fonte: Olhar Digital
Data: 05/08/2009

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Crime 2.0

Por Fabiano Pereira*

As ferramentas e redes sociais que hoje fazem parte da vida de milhões de usuários conectados com a grande rede trouxeram, como todos já sabem, facilidade imensa em produzir conteúdo, ver e dar nota aos trabalhos de outros membros colaborativos e deram, ao cidadão "comum", a grande oportunidade de publicar e "viralizar" qualquer conteúdo bom e relevante.

Bom e relevante?

Não, a voz do "povo" não deve ser considerada sempre soberana, pois não foram poucos os momentos onde a humanidade, em seus mais diversos cenários, produziu, defendeu e até mesmo afundou todo um povo em nome de alguma crença ou algo que julgava ser a "verdade absoluta".

Da mesma forma, sabemos que muito conteúdo considerado de apelo discutível, de nível baixo e preconceituoso, desrespeitoso e repugnante recebe muitos acessos, gera interesse de uma grande massa (sem uma face comum, em princípio), oculta sob o véu da tão defendida liberdade de expressão.

Mas será que a liberdade de expressão justifica a falta de respeito aos padrões mínimos de respeito ao ser humano e seus valores essenciais? Certamente, não.

Há uma série de exemplos (tristes e lamentáveis, por sinal) que demonstram a má utilização da expansão de conteúdos de baixo nível (e não me refiro à qualidade do áudio ou vídeo, mas sim da essência do mesmo) e como o bizarro interesse que geram nas massas servem de estímulo para que tais aberrações sejam cometidas, registradas e compartilhadas através de grandes redes e serviços de web.

A certeza do anonimato

Não há como controlar o que se vê e o que acontece diariamente na internet. Dados transitam simultaneamente, desde e-mails empresariais a spams, desde vídeo conferências educativas a filmes de pornografia pirateados em algum torrent da vida. Toda liberdade é uma via de duas mãos, é ingênuo pensar que seja diferente. A via da informação, da cultura, do conhecimento também é a via dos conteúdos de baixo nível, das redes pedófilas, dos ataques criminosos a diversos cidadãos de bem.

Há uma certeza do anonimato, que serve de estímulo ao crime. Os mecanismos.br de combate ao crime são tacanhos e não conseguem dimensionar tudo o que ocorre. Existem projetos de leis absurdos, tentando "frear" a liberdade de expressão. Não, esse não é o caminho.

Deve-se ir até a raiz do problema e começar daí. Como é possível publicar conteúdos visivelmente violentos, criminosos, repulsivos em grandes redes sociais? Algumas palavras são bem explícitas, bastava um (bom) filtro para bloquear a publicação. Se as grandes corporações 2.0 querem manter suas condições, manter a liberdade de expressão, é urgente que tal liberdade não ultrapasse os limites do respeito mínimo à condição humana, da dignidade e do respeito mútuo.

 

 

* Designer de interfaces; professor de tecnologias Adobe e de desenvolvimento web; colunista do iMasters; articulista do design.com.br e Web Insider; empreendedor; músico e curioso de plantão.

Fonte: iMasters/Segurança
Data: 31/07/2009

domingo, 28 de junho de 2009

Microsoft dará descontos para incentivar uso do Windows 7

 

A Microsoft pretende incentivar os usuários de PCs a trocarem suas versões atuais do Windows para o Windows 7, tão logo este seja lançado, o que está previsto para ocorrer dia 22 de outubro.

Para isso, a gigante de software anunciou que realizará uma oferta especial por tempo determinado, vendendo a versão mais comum do seu novo sistema operacional por US$ 49,99 em alguns países como Estados Unidos, Inglaterra e Japão. O valor representa um desconto de 75% sobre o preço do software.

Além disso, a Microsoft informou que os consumidores que adquirirem PCs com Windows Vista entre esta sexta-feira, 26, e 31 de janeiro de 2010, terão direito de fazer o upgrade para Windonws 7 gratuitamente.

A estratégia adotada pela empresa visa também garantir a venda dos atuais computadores que as varejistas têm em seus estoques antes que os PCs com o Windows 7 pré-instalado cheguem ao mercado.

 

Fonte: TI INSIDE Online
Data: 26/06/2009

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