Dicas do Prof. Rooney

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Aprenda a tirar o máximo de uma câmera digital com um simulador online

O site CameraSim ajuda você a entender como o ISO, velocidade do obturador, abertura do diafragma e outros ajustes afetam as suas fotos.

Você se cansou do “modo automático” e quer aprender como os ajustes de distância focal, ISO, abertura do diafragma, velocidade do obturador e outros afetam suas imagens? Então faça uma visita ao CameraSim, um site que simula a operação de uma câmera DSLR. Com uma interface fácil de usar, você pode mexer em vários ajustes, “bater fotos” e ver os resultados imediatamente.

Ao acessar o site, você verá algo parecido com a imagem abaixo: a cena, uma garota em um parquinho segurando um catavento, é mostrada como seria vista através do visor (viewfinder) da câmera. Logo abaixo ficam os vários controles. Basta clicar no botão Snap Photo! para fazer uma foto da cena com as configurações atuais e ver o resultado. Para voltar à “camera” e fazer outra foto, clique em Return to viewfinder.

Agora que você já sabe o básico, é hora de começar a experimentar.

CameraSim: simule o funcionamento de uma câmera DSLR

Use o zoom para variar a perspectiva: o CameraSim faz um ótimo trabalho ao mostrar o resultado da variação na distância entre você e a cena e na distância focal da lente. Vamos começar com a distância: mova o controle Distance para se aproximar ou afastar da cena e note que a garota e o escorregador no fundo não mudam de tamanho na mesma proporção. À medida em que você se aproxima, o primeiro plano (garota) fica “maior” muito mais rápido que o fundo. Esse é o chamado “efeito paralaxe”, que pode ser usado para enfatizar um objeto contra o fundo.

Agora experimente mexer no controle chamado Focal Length (que simula o "zoom" da câmera). Você verá que o primeiro plano e o fundo mudam de tamanho na mesma proporção. Ou seja, usar o zoom não produz os mesmos resultados que usar os seus pés para se aproximar da cena.

Controle a velocidade do obturador para “congelar” a ação: inicialmente o CameraSim está configurado para Shutter Priority (prioridade do obturador). Isto permite que você modifique a velocidade do obturador (shutter speed) e a câmera faça o ajuste correspondente de abertura do diafragma automaticamente. 

O padrão no controle Shutter Speed é 1/125 de segundo. Bata uma foto, e você verá que o catavento está um pouco “borrado”. Se você mudar a velocidade do obturador para 1/20, verá que o catavento está completamente borrado. Mas se mudar para 1/500, verá que ele parece estar parado, como se a foto tivesse congelado o movimento.

Mude a exposição: se você mover o controle Shutter Speed muito para a esquerda, (menos de 1/13 de segundo) a abertura do diafragma chega ao limite físico (f/36) e não pode ficar menor. Velocidades do obturador menores do que esta irão gerar uma foto “superexposta”, ou clara demais.

Você também pode subexpor a foto reduzindo a sensibilidade à luz (ISO) do simulador, por padrão definido para ISO 200. Reduza-a para ISO 100 e você verá que quando atingir a velocidade de obturador de 1/1000 de segundo a abertura do diafragma chega ao limite de f/2.8, o máximo possível. Como a câmera não consegue receber mais luz, velocidades de obturador acima de 1/1250 vão gerar uma imagem escura e subexposta.

Use a abertura para mudar a profundidade de campo: a maioria dos fotografos adora “borrar” levemente o fundo da imagem para atrair a atenção para o primeiro plano. Isso é feito com uma grande abertura do diafragma (o que corresponde a um “número f” pequeno). Você pode ver este efeito em ação colocando o CameraSim no modo Aperture Priority e ajustando o controle Aperture para f/2.8.

Como esta é a maior abertura da lente, deve gerar a menor profundidade de campo. O resultado é que o fundo da imagem deve ficar fora de foco. Compare com uma outra imagem feita com os mesmos ajustes mas f/11, por exemplo, e você poderá ver claramente a diferença.

Continue brincando

O CameraSim tem muitas outras possibilidades. Experimente colocá-lo no modo Manual Control para ter liberdade total para modificar os ajustes que quiser. Boa diversão!

Fonte: Dave Johnson, PCWorld EUA
Publicado em 17-10-2011

Recurso do iPhone 4S localiza "esposa infiel”

Internauta afirma ter utilizado o app Buscar meus amigos para encontrar a mulher com o amante


Junto com o novo iPhone, a Apple liberou novos recursos, como o aplicativo Find My Friends (Buscar meus amigos), que mostra em um mapa a localização de seus amigos. Pois um internauta, que se identificou como ThomasMetz, afirma ter usado a ferramenta para seguir a esposa e encontrá-la com o amante.

Ele conta que comprou o iPhone 4S para a mulher e instalou o aplicativo sem o conhecimento dela. Um dia, ela disse que ia a casa de uma amiga. Desconfiado, ele acionou o serviço, que mostrou o verdadeiro endereço. “Obrigado, Apple, obrigado App Store. Estas imagens vão ajudar no processo”, publicou.

Em entrevista à CNET, ele forneceu imagens capturadas do serviço e trocas de mensagens relacionadas ao caso.

Vale lembrar que a função de localização já estava presente no Find  my iPhone, serviço que já ajudou a polícia a prender vários bandidos que roubaram iPhones ou iPads.

findmyiphone
Recurso de localização: sucesso entre maridos desconfiados?



Fonte: Redação Macworld Brasil
Divulgado em 17-10-2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Ubuntu 11.10 “Oneiric Ocelot” já está disponível para download

Gratuito, sistema operacional traz interface refinada e melhores serviços online.

Outubro é um mês de alegria para os usuários do Ubuntu, uma das distribuições Linux mais populares da atualidade: é quando os desenvolvedores lançam uma nova versão do sistema operacional, a segunda no ano, após um ciclo de seis meses de desenvolvimento.

Disponível para download a partir de hoje o Ubuntu 11.10 (codinome “Oneiric Ocelot”) traz poucas mudanças “revolucionárias” em relação à versão anterior. Além de atualizações  estruturais (como uma nova versão do Kernel Linux, agora baseado na série 3.0) o sistema tem como principais destaques uma interface mais refinada e fácil de usar e melhorias nos serviços online.

Interface “Unificada”

A interface Unity, que estreeou na versão anterior (11.04), está de volta e foi refinada. Além de melhorias no desempenho e estabilidade a Canonical tornou-a mais “universal”: há duas versões, uma padrão chamada Unity 3D, que usa a GPU (placa 3D) da máquina para acelerar a composição da interface e efeitos especiais (sombras, transparências, etc) e outra chamada Unity 2D, funcionalmente idêntica mas otimizada para máquinas com menor poder de processamento, onde uma GPU não está disponível. O sistema seleciona automaticamente qual delas irá usar.

A forma como os usuários encontram conteúdo foi modificada. Suponha que você quer procurar por um aplicativo: basta clicar no ícone da “Dash” no topo da Dock (na lateral esquerda da tela) e digitar o que você quer. Só que esta busca é “universal”, e além dos aplicativos inclui também documentos, músicas e outros itens.

ubuntu_oneiric_dash-360pxBusca por um aplicativo usando a "lente" apps

Para facilitar as coisas é possível usar “lentes” para filtrar os resultados por tipo: só os aplicativos, só os documentos, só as músicas, etc. Há três lentes padrão (representadas por ícones no rodapé do painel da dash) instaladas: apps, docs e music. Voltando ao nosso exemplo de busca por aplicativo, você pode usar a lente apps para obter resultados mais precisos. E o mais interessante: os resultados incluem não só os aplicativos instalados na máquina, como também os disponíveis no Software Center.

E os desenvolvedores poderão criar novas “lentes” que se integram ao sistema, aumentando os recursos da Dash. Já foram demonstradas lentes que fazem buscas por usuários em redes sociais, ou uma que procura por vídeos no YouTube.

Quem prefere o desktop Gnome (interface padrão das versões mais antigas) não fica de fora: ele está disponível na loja de aplicativos Ubuntu Software Center, como um download gratuito.

Disco grátis

O serviço Ubuntu One, que oferece armazenamento online e sincronia de arquivos ao estilo Dropbox, foi ampliado. Os usuários ganharam mais espaço, e agora são 5 GB gratuitos para você guardar o que quiser “na nuvem”. Os arquivos podem ser acessados a partir de qualquer PC com o Ubuntu, Mac OS X e agora também Windows, além de smartphones Android e aparelhos com o iOS (iPhones, iPods e iPads).

Por US$ 3.99 mensais extras os usuários podem fazer um upgrade para um plano que dá direito a 20 GB de espaço e streaming de músicas armazenadas em seu disco virtual para smartphones Android. O Ubuntu One também se integra à loja de músicas Ubuntu One Music Store (acessível a usuários brasileiros com um cartão de crédito internacional): as músicas que você comprar podem ser enviadas automaticamente para o seu disco virtual.

Apps de montão

A loja de aplicativos Ubuntu Software Center foi completamente reformulada, e agora está mais parecida com lojas consagradas como a App Store da Apple ou o Android Market da Google. Além de descrições e imagens de cada programa, os usuários também podem dar notas e deixar comentários, o que facilita o processo de “descoberta” de novos aplicativos.

Segundo Maurício Pretto, Gerente Geral da Canonical para a América Latina, o Ubuntu Software Center já conta com 36 mil títulos disponíveis. A maioria deles é gratuita, mas também há softwares pagos como os jogos World of Goo e Oil Rush, entre outros títulos.

ubuntu_oneiric_loja-360pxUbuntu Software Center: agora com reviews dos apps, escritos pelos usuários

Nestes casos, a divisão da renda é bastante generosa: o desenvolvedor fica com 80% do valor da venda e a Canonical com 20% (80/20), em contraste ao sistema 70/30 praticado pela Apple e Google. A empresa tem um site, em developer.ubuntu.com, com todas as informações necessárias para que um desenvolvedor possa criar e publicar um aplicativo no Ubuntu Software Center.

Onde baixar?

O Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot é totalmente gratuito e pode ser baixado em www.ubuntu.com. O arquivo .ISO tem 700 MB e deve ser gravado em um CD ou usado para gerar um pendrive de instalação (siga nossas instruções). Além do sistema operacional estão inclusos inúmeros aplicativos, de navegadores web como o Firefox a pacotes de escritório como o LibreOffice.

Também é possível instalar o Ubuntu “lado-a-lado” com o Windows usando uma ferramenta chamada Wubi. Com isso, ao iniciar o computador você poderá escolher qual sistema usar. E se não gostar do Ubuntu, poderá desinstalá-lo usando o Painel de Controle, como se fosse um programa Windows qualquer.

Mais informações sobre o Ubuntu podem ser encontradas no site oficial. Dúvidas na instalação, configuração e uso do sistema podem ser resolvidas com a ajuda dos participantes dos fóruns de discussão internacionais em www.ubuntuforums.org, ou nos fóruns nacionais mantidos pela comunidade Ubuntu-BR em www.ubuntuforum-br.org

O futuro

A próxima versão do Ubuntu será a 12.04, codinome “Precise Pangolin”, que está programada para o mês de Abril do próximo ano. Ela será uma versão LTS, com “suporte a longo prazo”: atualizações de aplicativos e correções de bugs serão disponibilizadas por três anos no desktop, e cinco anos no servidor.

 

Fonte: Rafael Rigues, PCWorld Brasil
Publicado em 13-10-2011

Aprenda a instalar o Linux a partir de um pendrive

Quer experimentar o Linux em um netbook? Use o Unetbootin para criar um “pendrive de instalação” de quase qualquer distribuição disponível atualmente.

Alguns dias atrás publicamos um artigo ensinando a instalar o Windows a partir de um pendrive, algo muito útil para os proprietários de netbooks, já que estas máquinas geralmente não tem um leitor ou gravador de CDs e DVDs. Mas o Windows não é o único sistema operacional que pode ser instalado em um netbook: o Linux também é uma boa alternativa, e há até mesmo versões feitas sob medida para estas máquinas.

Infelizmente, a maioria delas é distribuída na forma de arquivos chamados “imagens ISO” (uma cópia exata de todo o conteúdo de um CD ou DVD em um arquivo só), que devem ser gravados em um CD ou DVD para gerar um disco de instalação. Mas o que fazer se sua máquina não tem um drive óptico?

A solução é o Unetbootin, um utilitário gratuito e de nome estranho que, a partir de uma imagem ISO, é capaz de criar um pendrive de instalação de praticamente qualquer distribuição Linux existente. E você nem precisa baixar a imagem ISO: ele faz isso automaticamente pra você.

Criando o pendrive

O Unetbootin tem versões para Windows, Linux e Mac OS X e seu uso não tem segredo: ele sequer precisa ser instalado, basta dar dois cliques no executável baixado. Na janela do programa há instruções simples de uso e alguns menus. Note que a primeira opção lá no topo da janela, chamada Distribuição, está marcada. Esta é a forma mais fácil de usar o Unetbootin: no menu == Selecione a Distribuição == escolha a distribuição Linux que você deseja instalar. Por exemplo, o Ubuntu. No menu ao lado escolha a versão, por exemplo a 11.04_Live.

unetbootin-360pxUnetbootin: crie um pendrive de instalação de qualquer distribuição Linux

Plugue um pendrive vazio (de pelo menos 2 GB) ao computador e indique qual é a unidade correspondente no menu Unidade no rodapé da janela (por exemplo, F:\. Cuidado para não selecionar nenhum HD externo por engano!). Agora é só clicar em OK e aguardar o download dos arquivos e sua cópia para o pendrive. Imagens ISO de distribuições Linux são arquivos grandes (às vezes ultrapassando os 700 MB), então você precisará de uma boa conexão de banda larga ou um pouco de paciência.

Se você já tem uma imagem ISO de sua distribuição Linux favorita (ou se ela não consta na lista de distribuições), não precisa baixar nada novamente. Na janela do Unetbootin marque Imagem de Disco em vez de Distribuição, selecione a opção ISO no menu ao lado e clique no botão com os "..." para indicar onde está a imagem ISO que você baixou. Novamente indique o pendrive para onde os arquivos serão copiados, clique em OK e aguarde o fim do processo,que deve demorar apenas alguns minutos.

Com o pendrive pronto em mãos, basta reiniciar seu computador, dar boot a partir dele (consulte o manual do seu computador para saber qual o procedimento correto para isto) e seguir os menus na tela. Se o CD de instalação de sua distribuição Linux for um “Live CD”, que permite a execução do sistema a partir do CD sem instalar nada no computador, você também terá esta opção no pendrive. Só lembre-se que nenhuma mudança que você fizer no sistema será salva.

Se você quer instalar o Linux no pendrive e quer que ele mantenha suas modificações (como se ele estivesse instalado em um HD), precisa de uma ferramenta como o Universal USB Installer. Mas esse é assunto para um próximo artigo. Até mais!

Fonte: Rafael Rigues, PCWorld Brasil
Publicado em 08-09-2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Como criar e abrir arquivos .ISO

 
Precisa fazer uma cópia exata de um CD ou DVD para backup? Baixou um arquivo .ISO e não sabe o que fazer com ele? Tudo isso é mais fácil do que você imagina.

Uma “imagem ISO” é uma cópia exata de todo o conteúdo de um disco óptico, como um CD, DVD ou Blu-Ray, em um único arquivo. Com as ferramentas certas você pode criar imagens ISO de seus discos e usá-las no lugar dos originais, o que pode ser bastante prático no dia-a-dia. O nome vem da International Standards Organization (Organização International para Padronização), entidade que define padrões comerciais internacionais, e é referência a um de seus padrões, o sistema de arquivos ISO 9660, que define como as informações são organizadas em um CD.

Criar uma imagem ISO é uma forma prática de fazer backup de um disco óptico. Para acessar os dados em uma imagem você pode gravá-la em um disco (criando, assim, uma duplicata do original) ou usar software que trata a imagem como se fosse um disco de verdade em um drive. 

Se você usa um disco com frequência e não quer ficar colocando e tirando ele do drive a toda hora, uma imagem ISO é uma alternativa conveniente. Imagens ISO também são úteis na distribuição digital dos conteúdos de um disco óptico. Os discos de instalação de distribuições Linux, por exemplo, são geralmente distribuídos neste formato.

Há vários programas capazes de criar e ler imagens ISO, incluindo alguns gratuitos. Entre estes uma das melhores opções é o Daemon Tools Lite. Só tenha atenção durante a instalação: como muitos outros programas gratuitos para o Windows, ele tenta colocar software adicional (e completamente desnecessário) em seu PC, no caso a “Linkury Smartbar”. Basta recusar quando ele oferecer.

Como criar uma imagem ISO

  1. 1. Instale e abra o Daemon Tools, e clique no ícone Criar imagem de disco (um CD com um disquete em frente) na tela principal.

  2. 2. Escolha o drive onde o disco está no menu Dispositivo

  3. 3. Em Arquivo de imagem destino escolha um caminho e nome para a imagem de disco. Não se esqueça de adicionar .iso como extensão.

  4. 4. Clique em Iniciar e aguarde.

daemon_tools-360pxDaemon Tools: crie e abra imagens .ISO

Como montar uma imagem ISO

Quando você insere um disco no drive óptico do PC, o Windows automaticamente “monta” o disco no drive, tornando-o acessível ao sistema. Se você quer usar uma imagem ISO como se fosse um disco, precisará criar um “drive virtual” e montar a imagem ISO nele. Felizmente, o Daemon Tools também pode fazer este serviço para você.

  1. 1. Abra o Daemon Tools Lite e, na janela principal, clique com o botão direto do mouse em um dos drives virtuais no painel inferior. Selecione a opção Montar no menu.

  2. 2. Escolha a imagem ISO que deseja montar

  3. 3. A imagem vai aparecer no Windows Explorer como se fosse um disco de verdade em um drive. Use-a normalmente.

Alternativas

Se você tem em seu PC software de autoria de discos, como os da Nero e Roxio, provavelmente já tem tudo o que precisa para criar (operação geralmente chamada de “Copiar Disco” ou “Criar Imagem”) e montar imagens ISO. Consulte o manual do software para mais informações.

Mas fique atento: alguns programas só criam imagens de disco em formatos proprietários como o NRG (do Nero) ou IMG. Elas funcionam de forma similar às imagens ISO, mas no geral só podem ser lidas pelo programa que as criou, o que limita um pouco sua utilidade.

 

Fonte: Justin Phelps, PCWorld EUA
Publicado em: 06-10-2011

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