Dicas do Prof. Rooney

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sábado, 12 de julho de 2008

HP 12C - Financial Calculator 4.2


Fãs da talvez mais famosa calculadora financeira já fabricada vão se sentir em casa com esse download.


Se você já usou uma calculadora financeira
da HP, vai se sentir em casa quando abrir esse aplicativo, cujas funcionalidades, interface e recursos são cópias fiéis do modelo físico da calculado 12C, da Hewlett-Packard.

Você vai ser sempre importunado com uma tela oferecendo a venda da versão completa quando abrir o software, mas basta um clique para pular para a versão grátis.

A interface permite que você ajuste o tamanho da calculadora, de pequeno, para médio ou grande. Alguns recursos como copiar, colar, carregar e salvar não estão disponíveis nessa versão freeware, mas todas as outras principais funções estão presentes.

Qualquer pessoa que use regularmente uma calculadora financeira vai achar a HP-12C Financial Calculator um achado para seu acervo eletrônico.


Ficha Técnica


Fornecedor: RLM Software

Tipo da licença: Freeware
Limitação: Nenhuma
Sistemas operacionais: Windows 2000/XP
Tamanho do arquivo: 3,9 MB

Fonte: PC World
Data: 12/07/2008

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Luz, zoom e resolução: truques e dicas para uma foto melhor

Saiba como capturar imagens em ambientes fechados, esclareça dúvidas sobre configuração e veja qual tipo de zoom é melhor

Fotos em movimento em ambientes fechados Recentemente eu estava tirando fotos de um campeonato de artes marciais num ginásio fechado, e tudo ficou borrado – até mesmo as fotos das pessoas paradas em pé. As fotos em movimento estavam mais borradas ainda. Eu ajustei a câmera no modo Sport. O que fiz de errado?
John Borys, via e-mail

Você pensou, inicialmente, de maneira correta. O modo Sports usa uma velocidade de disparo mais alta, que era o que você precisava. Mas em ambientes fechados isso não é o suficiente: a câmera precisa de ajuda para ter a velocidade de disparo rápida o bastante para obter imagens precisas. Também será preciso aumentar o ISO da câmera, que controla a sensitividade à luz. Um ISO alto também significa mais ruído digital na foto, mas esse é o preço que se paga para tirar boas fotos de ações rápidas em ambientes fechados.

Lentes mais rápidas também ajudam. Elas são classificadas de acordo com sua abertura máxima. Uma lente de f/5.6, por exemplo, é mais barata que uma lente f/2, mas as lentes f/2 permitem um pouco mais de luz, o que possibilita capturar imagens com uma velocidade de disparo mais rápida. Da próxima vez em que tentar fotografar momentos de ação em ambientes fechados preste atenção à velocidade de disparo que sua câmera está usando. A menos que sua velocidade de disparo seja 1/500 de segundo ou mais rápida, o resultado provavelmente será uma imagem borrada.

Uso 72 ou 300 dpi?
As imagens da minha câmera estão sempre em 72 dpi (pontos por polegada) quando eu as transfiro para o computador. Sempre achei que fosse o padrão. Um amigo meu, com uma câmera diferente, transferiu algumas de suas imagens para o meu PC e elas estavam em 300 dpi. Minha câmera está ajustada para SHQ (qualidade superalta) e eu acho que não há outro lugar para fazer a mudança do ajuste de resolução. O que está errado e o que posso fazer?

Dolores Mayer, via e-mail

Isso não é um problema e você pode ignorá-lo por completo. A configuração de dpi que sua câmera aplica aos seus arquivos de imagens digitais não tem significado real. A resolução de uma foto digital é medida somente de uma forma: a quantidade de pixels que ela tem. Se você tirar duas fotos – em duas câmeras diferentes – e ambas estão em 2000 por 3000 (6 megapixels), elas serão idênticas em todos os aspectos. Isso vale mesmo se uma câmera marca suas fotos em 72 dpi e a outra marca em 300 dpi.

Dpi, ou dots per inch (pontos por polegada), é útil na hora de saber o tamanho que a imagem vai ter quando for exibida num computador ou impressa no papel. Você pode pegar o numero da resolução e dividir pelo dpi para obter o tamanho físico da exibição. Já que muitos monitores exibem em 72 dpi, muitas câmeras aplicam esse valor à imagem. Outras câmeras usam 300 dpi, já que é o valor de resolução comum de impressão. De qualquer forma, isso não afeta a foto nem a qualidade de impressão ou exibição. Só serve para confundir as pessoas.

Zoom digital
Minha câmera possui zoom digital de 5x. Como sou novo nesse negócio de foto digital, descobri que esse atributo oferece uma ótima oportunidade de fazer seleção/corte seletivo de várias partes de uma dada fotografia. Minha dúvida: posso imprimir qualquer dessas imagens cortadas diretamente da câmera digital? Ou preciso usar algum software para realizar essa mesma tarefa, que acaba degradando a imagem?

Al Stohl, via e-mail

Em geral, recomendamos que se evite o zoom digital – se a câmera permitir, simplesmente desative-o. Enquanto o zoom óptico amplia a imagem usando as lentes da câmera, o zoom digital simplesmente aproxima os pixels, uma forma de ampliação que degrada a imagem. Se você quiser ampliar e cortar uma foto, é melhor usar um software de edição de imagem no PC (como o Adobe Photoshop Elements, Microsoft Digital Image Suite ou Corel Paint Shop Pro). Assim, você vai obter mais controle sobre a composição final e ter resultados melhores. Recomendamos fazer o corte e seleção no PC e não na câmera digital.

Se quiser usar o zoom digital e imprimir suas fotos diretamente da câmera, pode ir em frente. A maioria das impressoras a jato de tinta pode se conectar diretamente à câmera sem precisar de um PC para a transferência de dados.


Fonte: Dave Johnson, da PC World/EUA
Publicado em: 07/05/2007
Data: 07/07/2008

Foto digital: veja como corrigir problemas de iluminação


Use uma antiga artimanha da boa e velha câmera obscura para colocar mais luz em um objeto iluminado por trás e que teve pouca exposição.



Uma cena iluminada por trás – o chamado ‘backlight’ - é para a fotografia o mesmo que uma derrubada de 7 pinos no boliche ou, ainda, a mesma coisa que fazer baliza em um precipício para um carro.

O problema é que essa luz direta na parte de trás de seu objeto deixa a sua câmera confusa entre duas posturas: fechar a abertura do diafragma ou disparar com uma velocidade mais rápida o obturador, levando a um resultado com subexposição. Mas não é só porque é preciso um pouco de manha para tirar fotos com 'backlighting' que você não pode obter grandes resultados.

Vamos pegar uma foto clássica com iluminação por trás e retocá-la no Adobe Photoshop Elements. Se você usar um outro programa de edição de imagens, pode obter os mesmo resultados; só vai precisar adaptar os passos no seu software.

Isole o problema
Peguemos uma foto em que fotografamos alguém em frente a uma janela com bastante luz. (veja imagem mais adiante). Toda essa luminosidade ambiente fechou a abertura da câmera e deixou o objeto pouco exposto à claridade.

A solução? Vamos melhorar seletivamente a parte da foto que teve pouca exposição. Assim, poderemos clarear o que quisermos sem aumentar conseqüentemente o brilho em outras partes da imagem.

O método mais fácil? Vamos usar uma técnica chamada ‘dodging’.

'Dodging' é um termo da antiga câmera obscura que se refere ao clareamento de parte de uma foto por meio da redução da quantidade de tempo que você expõe uma impressão à luz. Você já deve ter ouvido do processo inverso, o chamado ‘burning’, que escurece uma impressão submetendo-a a mais luz. Os antigos 'dodging' e 'burning' são processos seletivos que você aplica em determinadas partes de sua foto – e não é diferente com a fotografia digital.

Vamos começar: selecione a ferramenta Dodge, que você pode encontrar depois da parte de baixo da barra de ferramentas na parte esquerda da tela. Ela divide o mesmo cubículo com as ferramentas Sponge e Burn.

Clique na região subexposta da foto. Você pode dar uns tapinhas nela, clicando várias vezes para ir aos poucos, ou também pode clicar e arrastar a ferramenta por toda a tela para clarear uma área maior. Além disso, é possível ajustar as configurações deste recurso na barra de ferramentas na parte de cima da tela. Dependendo da resolução da foto e do tamanho da região com subexposição, você pode querer modificar a abrangência da ferramenta Dodge.

Veja a foto original, e como ficou depois de usar o ‘dodgind’ no Photoshop Elements


Utilize camadas

Como sempre, se você achar que está exagerando, lembre-se que você tem o comando Desfazer para usar à vontade e retornar para o estado anterior. E em vez de usar o ‘dodging’ na foto original, recomendamos trabalhar em uma camada em cima da imagem original.

Para fazer isso, duplique a camada antes de começar, escolhendo Layer, Duplicate Layer e clicando em OK. Agora você pode modificar a camada de cima e usar o controle de opacidade (na Paleta de camadas, na parte direita da tela) para fazer a sintonia fina do efeito. O material original estará ainda lá intacto em caso de necessidade.


Fonte: Dave Johnson, da PC World/EUA
Publicado em: 05/06/2008
Data: 07/07/2008

sábado, 5 de julho de 2008

Nove opções em software livre para a empresa economizar com TI

Programas como Linux, BrOffice e MySQL fazem parte do arsenal utilizado para enxugar os custos. Confira esta seleção.

Os custos com software são um componente importante na hora de pensar a infra-estrutura tecnológica de uma empresa, mesmo em negócios de pequeno porte. Mas é possível ter bons programas sem recorrer à pirataria. Basta investir no software livre.

Esse conceito surgiu como um movimento organizado no início de 1983, quando Richard Stallman começou o Projeto GNU e, depois fundou a FSF – Free Software Foundation. Ele se baseia na definição de que o programa pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição.

O modelo mais comum de um programa ser distribuído livremente é acompanhado por uma licença de software livre, como a GPL, sigla para General Public License (em português algo como Licença Pública Geral) ou como a BSD – sigla para Berkeley Software Distribution – e com a disponibilização do seu código-fonte.

O Linux é uma das maiores expressões do software livre. Ele foi criado em 1991 por Linus Torvalds, na época um estudante finlandês, que disponibilizou o software de graça e convidou quem quisesse participar para complementar o núcleo, desde que mantivessem suas contribuições gratuitas. Com isso, milhares de programadores começaram a trabalhar para melhorar o Linux, e o sistema operacional cresceu rapidamente.

Além de ser gratuito, o Linux é um programa rápido e muito estável. Atributos que conquistaram rapidamente um grande público de desenvolvedores de sistemas.

Como é um software livre, o Linux adota uma licença GPL. Aliado a outros programas na mesma linha, como o KDE, GNOME, Apache, Firefox o OpenOffice.org, ele compõe um ambiente moderno, seguro e estável para desktops e servidores.

Selecionamos dez programas sem custo que podem ser utilizados em seu escritório ou na infra-estrutura tecnológica de sua pequena empresa.

Distribuições
Inicialmente Linus Torvalds disponibilizava somente o kernel (núcleo) do Linux e os desenvolvedores precisavam encontrar ou criar outros programas e compilá-los para poder montar o sistema operacional.

Com isso, alguns grupos começaram a organizar de forma mais profissional estes recursos e surgiu a primeira distribuição Linux, o MCC – Manchester Computer Centre, desenvolvido pela Universidade de Manchester, para facilitar a instalação do Linux.

A procura por empresas especializadas em compilar, testar e empacotar o Linux e diversos aplicativos aumentou gradualmente com a sua fama. Diversos grupos, motivados pelas mais variadas razões, desenvolvem milhares de softwares para Linux promovendo o uso do software de livre distribuição.

O fato de o Linux e suas aplicações serem desenvolvidos em diversos locais fez com que algumas empresas se especializassem em compilar, testar, desenvolver softwares e suportar o Linux, assim como seus aplicativos, além de implementarem melhorias voltadas para o seu mercado de atuação.

Dessa forma surgiram diversas distribuições ao redor do mundo, como Debian, Mandrake Linux, Turbolinux, SuSe e o Red Hat Linux. Elas podem ser baixadas da internet gratuitamente diretamente dos sites dos desenvolvedores ou de sites de downloads.

Entre as mais recentes, a que mais tem conquistado os novos usuários é a Ubuntu. O Ubuntu tem se destacado pela sua facilidade de instalação e pela grande compatibilidade com os mais variados periféricos, incluindo aí os drivers para a sua instalação.

A versão mais recente do Ubuntu – 8.04, chamada de Hardy Heron – permite que ele seja instalado em um equipamento que já possua o Windows, facilitando a instalação e, caso o usuário deseje, a remoção do programa.

Existem muitos sites que oferecem programas para você utilizar em ambiente Linux. Os que são direcionados para o uso doméstico são gratuitos em sua esmagadora maioria. Para a utilização comercial nem todos são desta maneira, pois exige um desenvolvimento específico.

Além do Linux
Gimp 2.4 - Este editor de imagens para Linux ou Windows tem recursos semelhantes ao Adobe Photoshop. Com ele você pode retocar e redimensionar fotos, ajustar cor, brilho, contraste, além de aplicar efeitos e fazer ilustrações. Sua grande vantagem, além das funcionalidades, é que utiliza pouca memória RAM em relação a outros softwares. Mas para quem está acostumado com o Photoshop, vai demorar um pouco para se encontrar com os menus.

Apache 2.2.8 - Este é o servidor de web gratuito mais utilizado no mundo. Tem diferentes versões para Unix e Windows. O utilitário Apacheconf permite a configuração básica do servidor. Ele suporta Ipv6, WebDAv, sistemas de segurança SSL e ferramentas sofisticadas de publicação web.

PHP 5.2.6 - Programa para desenvolvedores de web que faz a intermediação entre o browser e o banco de dados, apresentando na tela as informações em formato HTML. Sua operação é toda feita por linha de comando e apresenta excelente fl exibilidade e performance.

KbarCode 2.6 - Este é um programa para a geração de códigos de barras e impressão de etiquetas. Com ele, você também pode criar desde cartões de visitas até etiquetas com vários códigos de barras. Sua interface é totalmente interativa. Um assistente o auxilia na preparação e impressão dos projetos. Vem com centenas de modelos e ferramenta de gerenciamento de dados. Tem capacidade para imprimir e gerenciar até 10.000 etiquetas de uma única vez.

kbarcode

BrOffice.org 2.4.1 - Melhor alternativa para quem quer uma suíte de código aberto para escritório. Totalmente gratuito, ele tem em seu pacote editor de texto, gerenciador de apresentações, planilha eletrônica, banco de dados, programa de ilustrações e editor de fórmulas. Além de oferecer muitos recursos para criação de documentos e bancos de dados, entre outros, o BrOffice oferece uma integração muito grande entre os programas do pacote. A ferramenta de desenho, por exemplo, é a mesma no Writer – editor de texto – e no Impress, o gerenciador de apresentações. Todos os softwares do pacote compartilham o mesmo corretor ortográfico, dicionário de sinônimos e hifenização. Caso seja feita uma modificação em um dos programas, ela passa a valer para todos os demais. Possui boa compatibilidade com o Microsoft Office.

OpenClinic 0.7 - Programa desenvolvido em PHP que permite o registro médico dos pacientes atendidos. Com ele, os doutores podem colocar na ficha os históricos clínicos de seus pacientes e até os hábitos de cada um, o que permite montar um histórico abrangente. Necessita do Apache para rodar.

KmyMoney 0.9 - Sistema gerenciador de finanças semelhante ao Microsoft Money. Ele pode ser utilizado para controlar os gastos pessoais ou de pequenas empresas. Como todo programa de controle de gastos, a primeira configuração é bem cansativa, mas depois de acertadas as contas e a maneira de controlar, ele se torna muito simples de usar.

kmymoney

SQL-Ledger 2.8.14 - Trata-se de um software de ERP (Enterprise Resource Planning), ou seja, um programa de gestão empresarial. Com ele você pode controlar desde a produção até a venda de seus produtos, passando pelo estoque, contabilidade e vendas.

sql_ledger

Fonte: Marcelo Ayres - PC World
Data: 05/07/2008

Dicas para fazer cálculos usando datas e horas no Excel

A ferramenta pode lidar facilmente com este tipo de informação, mas é preciso que os dados estejam correamente formatados.

Excel 150Dentre as inúmeras possibilidades de cálculo que o Excel torna possível, uma muito interessante é sua capacidade de realizar operações automatizadas com datas e horas, com base nas informações que inserimos na planilha.

Por exemplo: é muito útil fazer uma espécie de folha de ponto para calcular a remuneração de funcionários que recebem por hora trabalhada, a partir dos horários de chegada e saída na empresa.

Para isso bastam três colunas de uma planilha. Na coluna A, inserimos a hora (no formato HH:MM, onde HH é a hora - de 00 a 24 -, e MM os minútos - de 00 a 59) de entrada, na B, o horário de saída.

Na coluna C, programamos a fórmula (=B-A). Assim, o período trabalhado é calculado tão logo informamos esses dois horários. Podemos usar as diversas linhas para os diversos dias trabalhados. Simples assim.

excel_horas_datas

O único problema é quando os horários de entrata e saída, por exemplo, ocorrem em dias distintos. Por exemplo, trabalhadores noturnos que entram às 20h e saem às 4h da manhã do dia seguinte.

Quando o Excel for calcular a diferença, o resultado será negativo – e ocorrerá um erro, pois o software não aceita valores negativos para células com formato horas.

Isso porque, colocando apenas o horário, o programa não entende como sendo do dia seguinte, apesar de parecer óbvio para nós. Para solucionar esse problema existem duas opções.

A primeira é adotar uma numeração alternativa para os horários que ultrapassarem meia-noite. Ou seja, em caso de se sair 2h da manhã, por exemplo, digite 26:00 (24h relativas a meia-noite + as 2h da manhã que excederam-na). Apesar de a informação digitada não estar formalmente correta, para efeitos de cálculo o resultado será eficiente.

Ainda assim, será necessário formatar a célula para que ela aceite valores de hora superiores a 24:00. Selecione a célula a ser configurada, escolha Formatar, Células, marque a categoria Hora, no painel da esquerda e, no painel Tipo, selecione o sétimo formato disponível (“37:30:55”). Clique OK para confirmar.

Método alternativo
A segunda maneira de alcançar o mesmo resultado é um pouco mais complicada. Para entendê-la, devemos saber que um horário, para o Excel, é representado por um número que vai progressivamente de zero a um.

Nessa progressão, o valor 0,5 corresponde ao meio-dia e 1, à meia-noite. Nesse tipo de representação, 15:00 equivalem a 0,625.

Da mesma forma, os dias são lidos pelo Excel como um número, progressivamente e a partir de 1/1/1900, que é o número 1. Para exemplificar, o dia 16/01/2008 é o mesmo que o número 39.463.

Mas como descobrir essa equivalência? Clique na cédula com a data/hora que queria saber e vá em Formatar, Cédula. Escolha a opção Geral, e ela perderá seu formato específico, evidenciando o número pelo qual o Excel a entende.

Esta solução consiste em somar o número da data com o número da hora, chegando-se a um valor específico que determinará ao mesmo tempo dia e horário.

formatar_celula_350

Por exemplo, as 15h00 do dia 16/01/2008 são o mesmo que 39.463 + 0,625, o que dá 39.463,625. E é com este número que você vai trabalhar na planilha.

Dessa forma, o Excel compreende que pode se tratar de um horário de dias distintos e não necessariamente do mesmo dia – e o resultado do cálculo será exato e não mais negativo como poderia ocorrer.


Fonte: Fernando Petracioli - PC WORLD
Data: 05/07/2008

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