Dicas do Prof. Rooney

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Os melhores utilitários gratuitos para seu PC



Separamos 5 programas para recuperar um PC que não “dá boot”, livra-se do lixo acumulado, desfragmentar o HD, lidar com arquivos compactados e fazer um inventário do hardware.


Tudo fica melhor com um upgrade. Mas programas que deixem seu computador mais versátil podem custar dezenas ou centenas de reais. Felizmente, os programas que listamos aqui não custam nada: são “freeware” (software grátis) no mais puro sentido da palavra. Alguns deles podem ter recursos limitados em relação a uma versão “completa” (e paga), mas incluímos apenas programas com recursos suficientes para serem úteis.

Não há dois PCs iguais, então você precisa se certificar de que o software que baixar é compatível com sua máquina. Todos os programas que listamos funcionam no Windows 7, e a maioria deles também funciona com versões mais antigas do Windows como o Vista ou XP, mas verifique os requisitos de sistema de cada um deles no site do fabricante antes de instalar. 

Também é recomendado criar um ponto de restauração do sistema  antes de instalar qualquer programa que tenha acesso aos seus arquivos ou configurações do sistema operacional, como anti-vírus, aplicativos de desktop remoto, utilitários para remoção segura de arquivos, etc. A regra é simples: é melhor prevenir do que remediar. Se algum programa causar problemas, basta “voltar” o sistema para o ponto de restauração feito antes de sua instalação e pronto!

Com tudo pronto, é hora de “incrementar” seu PC. Preparado? Começamos com 5 utilitários que vão ajudá-lo a recuperar um PC afetado por malware, livrar-se do “lixo” acumulado na máquina, obter informações detalhadas sobre seu hardware, desfragmentar o HD e lidar com arquivos compactados.


BootMed: baseado no Ubuntu, este disco de boot foi projetado para recuperar PCs com Windows com erros na inicialização (boot) ou infectados por malware. O BootMed é simples, mas não é exatamente fácil de usar. Entre o pequeno, porém variado, conjunto de ferramentas inclusas estão um gerenciador de partições, um utilitário que permite a execução de programas Windows para remoção de malware, o utilitário PhotoRec para recuperação de arquivos e o TestDisk para recuperação de partições e diagnóstico de problemas de boot. Tudo isso apresentado em uma interface desktop. Usuários familiarizados com o Linux também tem acesso à linha de comando usando um terminal. É um download grande, quase 700 MB, mas vale a pena.


CCleaner: uma das mais populares ferramentas para remoção do “lixo” que se acumula ao longo do tempo em seu PC, o CCleaner pode remover arquivos temporários, esvaziar o cache do navegador, limpar o registro do Windows e muito mais. E a ferramenta é inteligente o suficente para, ao apagar os cookies do navegador, deixar aqueles úteis, como os pertencentes a serviços do Google ou Yahoo!. A principal novidade na versão 3.0 é que ela funciona em versões de 64-Bits do Windows. 


PC Wizard: se você quer informações extremamente detalhadas sobre o hardware e software de seu PC, o PC Wizard é a ferramenta certa. Capaz de criar uma lista com todos os componentes de sua máquina, ou de indicar o nível de atividade em cada um dos núcleos do seu processador, ele também mostra informações sobre pontos de restauração, inicialização e desligamento da máquina e inclui benchmarks capazes de testar várias partes do sistema.


7-Zip: disponível em versões para sistemas de 32 ou 64 Bits, o 7-Zip é capaz de criar e expandir arquivos .ZIP usando criptografia AES. Isso é importante porque o método padrão de proteção de arquivos .ZIP, com uma senha simples, é facilmente quebrado e insuficiente se você quer enviar documentos importantes por e-mail, por exemplo.

Além disso o 7-Zip tem seu algoritmo próprio de compressão, produzindo arquivos com a extensão .7z que ocupam menos espaço que arquivos .ZIP equivalentes, e é capaz de lidar com arquivos em outros formatos, como .RAR, .ARJ, .LHA, .TAR, .GZ, .BZ2 e muitos outros. Resumindo: se você precisa abrir, ou criar, um arquivo compactado, não há ferramenta melhor que o 7-Zip.


Smart Defrag: uma das formas mais fáceis de ter certeza de que você conseguirá recuperar seus arquivos em caso de um acidente com o HD é desfragmentar o disco, e o Smart Defrag é uma ótima ferramenta para isso. Testes recentes mostraram que desfragmentar um disco não traz um ganho de desempenho tão grande quanto as pessoas esperam, mas “agrupar” todos os pedaços de um arquivo em um só local torna mais fácil recuperá-los se o arquivo for excluído por engano, por exemplo. 

Assim como o utilitário de desfragmentação embutido no Windows, este programa analisa seu disco, mostra os resultados e permite a você decidir se quer continuar com o processo. Também há recursos como diferentes níveis de desfragmentação: de “completa” a um simples reposicionamento dos arquivos para quem fiquem nos locais mais adequados. O utilitário só não é recomendado para quem tem uma unidade SSD, já que a reescrita constante pode desgastar os bancos de memória.

Fonte: Megan Geuss, PCWorld EUA
Publicado em: 03-11-2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Preciso mesmo abandonar o Windows XP?


Lançado há dez anos, sistema da Microsoft ainda tem muitos adeptos. E apesar de recomendada, a migração para uma versão mais recente ainda não é absolutamente necessária.

O Windows XP chegou ao mercado há uma década, e desde então muita coisa mudou no mundo da informática: para se ter uma idéia, a configuração “recomendada” para rodar o sistema na época do lançamento era um PC com processador de 300 MHz, 128 MB de RAM e 1.5 GB de espaço em disco, que pode parecer risível até em um smartphone nos dias de hoje. 

Mas em um mundo onde processadores quad-core, gigabytes de RAM e terabytes de espaço em disco são comuns, muita gente ainda se apega ao velho sistema, seja por necessidade ou preferência pessoal. Não precisa se sentir um dinossauro, não há nada errado nisso. Ainda assim, é comum recebermos perguntas de usuários preocupados em saber se precisam migrar para uma versão mais recente do sistema (como o Windows 7) ou se podem continuar com o bom e velho XP.

Em geral recomendamos a atualização para o Windows 7, mas ela não é absolutamente necessária. Especialmente se o PC for antigo e você tiver de atualizar também o hardware (processador, memória, HD) para rodar o novo sistema. Neste caso pode valer mais a pena juntar dinheiro para um PC novo com o Windows 7 já pré-instalado.

A Microsoft ainda suporta o Windows XP, e continuará fazendo isto até abril de 2014. Até lá, o sistema terá mais de 12 anos de idade (o Windows 98 tinha apenas 8 anos quando a Microsoft cessou o suporte). Mas o que acontece quando o suporte cessa? Nesse caso, a Microsoft para de corrigir bugs e falhas de segurança no sistema. Você poderá continuar usando o XP em seu PC, mas estará “por conta própria”.

A falta de correções de segurança pode não ser um problema tão sério. Após 12 anos, podem haver poucos “buracos” ainda abertos no Windows XP. E o malware escrito em 2014 provavelmente não será projetado para atacar um sistema tão “ultrapassado”. 

Vale notar que, de muitas formas, a Microsoft já parou de suportar o Windows XP. Muitos dos aplicativos do pacote Windows Live só funcionam no Vista e Windows 7. O mesmo vale para o Internet Explorer 9. Se você ainda usa o XP e quer um navegador mais moderno, terá de usar uma alternativa como o Mozilla Firefox ou o Google Chrome.

Mas nada vive para sempre, nem os sistemas operacionais. Eventualmente outras desenvolvedoras de software irão deixar de suportar o XP em seus produtos. Quando aplicativos essenciais como navegadores e pacotes de segurança começarem a exigir versões mais recentes do Windows, aí sim a migração será inevitável.

Fonte: Lincoln Spector, PCWorld EUA e Rafael Rigues, PCWorld Brasil
Publicado em  26-10-2011

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Abra programas “num instante” no Windows 7

Pra quê pegar o mouse e ficar caçando ícones? Com alguns toques no teclado você pode abrir rapidamente qualquer programa em seu PC.

Usuários que migram do Windows XP para o Windows 7 muitas vezes ignoram um dos melhores recursos do novo sistema: um Menu Iniciar mais “amigável” ao teclado. Você pode abrir qualquer programa instalado em seu PC simplesmente pressionando algumas teclas, sem a necessidade de um “lançador” para isso, como o popular Launchy. 

Há várias formas “tradicionais” de abrir um programa. Você pode minimizar todas as janelas abertas, encontrar o ícone do programa no desktop e dar um duplo-clique nele. Ou clicar em Iniciar, no item Todos os programas e vasculhar o menu até encontrar o que deseja.

Mas ambos os métodos consomem tempo e exigem o uso do mouse. Como um viciado em atalhos de teclado, prefiro resolver o problema com meus próprios dedos: basta apertar a tecla Windows, digitar as 3 ou 4 primeiras letras do nome do programa e teclar Enter quando o resultado surgir no menu. Ou seja, posso digitar itu para abrir o iTunes, chr para o Chrome, exc para o Excel ou blo para o Bloco de Notas.

Raramente é necessário digitar mais do que três letras. E nas poucas vezes em que preciso alcançar o mouse são em casos como exp , que mostra nos resultados tanto o Internet Explorer quanto o Windows Explorer.

Esta dica vai lhe salvar apenas alguns segundos aqui e ali, mas depois que você formar o hábito de abrir programas desta forma, nunca mais irá buscar o mouse para isso. É o meio mais rápido e fácil de abrir um aplicativo, e o que menos perturba meu ritmo de trabalho.


Fonte: Rick Broida, PCWorld EUA
Publicado em 25-10-2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Windows 8 decreta o fim dos gadgets

Microsoft anuncia a substituição dos mini aplicativos pelos Apps

STRIPE-WINDOWS-8

Com o novo sistema operacional da Microsoft a caminho a empresa lançou recentemente o Windows Developer Preview, uma espécie de Demo do Windows 8 para que desenvolvedores e usuários possam ir se familiarizando com as novidades da atualização.

Uma das novidades no Windows 8 é a ausência dos famosos Gadgets que podiam ser espalhados pelo Desktop no Windows 7. A Microsoft deixou claro seu foco na nova interface Metro através do Windows Developer Preview e aconselha os desenvolvedores a abandonarem a plataforma e se focarem na nova interface Metro. "Com o Windows Developer Preview, os desenvolvedores podem criar uma rica experiência através de apps onde seus clientes se focarão em suas tarefas mais importantes. Os apps são o centro da nova experiência no Windows Developer Preview" informa o site do sistema operacional.

A grande pergunta "onde foram parar os Gadgets?" pode ser respondida facilmente no primeiro contato do usuário com a interface Metro. Lembre do Gadget de tempo por exemplo, ele continua visível a todo instante através da nova interface, a diferença é que agora ele é um app mostrando apenas as informações básicas como o clima na região e a temperatura. Ao acionar o aplicativo você poderá obter as informações aprofundadas como a temperatura em outras regiões e a previsão do tempo para os próximos dias em detalhes.

Exemplo
De um lado o app do clima na nova interface Metro, do outro o antigo Gadget para Desktop

A interface Metro facilitará a acessibilidade do usuário, colocando à sua disposição rapidamente os aplicativos mais usados e as informações de forma organizada. Outra novidade do sistema é a integração nativa com o Twitter, cada usuário poderá deixar sua conta ativa no sistema, podendo compartilhar fotos, vídeos e outras informações sem ter que abrir um browser, ou aplicativo específico da rede social.

Desktop Clássico

Além da interface Metro o Windows 8 também conta com o desktop clássico, seguindo o modelo do Windows 7. Algumas pequenas modificações foram feitas (como o caso dos gadgets), mas ainda assim todos os usuários que estavam habituados às ultimas versões do sistema operacional não terão dificuldade nenhuma de se adaptar à atualização.

Caso você seja um fanático por esses utilitários, não se preocupe. A Microsoft deixou disponíveis os gadgets essenciais para você ativá-los novamente no desktop. Os apps para Windows poderão ser baixados diretamente da Windows Store (que ainda não está em funcionamento). Vale ressaltar que o Windows 8 não é exclusivo para computadores de mesa e estará disponível também em tablets e smartphones. Lembrando que a versão de teste para desenvolvedores do Windows 8 pode ser baixada gratuitamente no Superdownloads.

 

Fonte: Por Wagner Creoruska Junior, Superdownloads
Publicado em 18-10-2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Como fazer a bateria de sua câmera durar mais

Você já perdeu uma ótima foto porque a bateria de sua câmera morreu sem aviso? Veja algumas dicas para fazê-la durar mais.

Se você já perdeu alguma foto porque a bateria de sua câmera “morreu” sem aviso, sabe como isso é frustrante. Mas não se preocupe: siga as dicas a seguir para fazer ela durar mais e continuar fotografando por mais tempo.

Use o viewfinder
Se sua câmera tem um LCD e um viewfinder (visor óptico), você pode economizar energia desligando o LCD e usando o viewfinder para compor as cenas. O LCD consome muita energia, especialmente os novos modelos de três polegadas.

Reveja as imagens depois
tente resistir à tentação de rever todas as fotos que tirou antes de chegar em casa. Novamente, usar o LCD por muito tempo aumenta o consumo de energia. Também recomendamos esperar até chegar em casa para apagar as fotos indesejadas, a não ser que o cartão de memória esteja quase sem espaço, porque o acesso a ele também consome bastante energia.

Diminua o tempo de exibição no LCD
Outra forma de reduzir o consumo de energia é reduzir o tempo durante o qual a câmera mostra uma imagem recém-capturada. A maioria das câmeras exibe cada nova imagem por cerca de 5 segundos, mas muitas delas permitem reduzir o tempo, ou desligar completamente esta função. Você já entendeu o tema? Quanto menos você usar o LCD, mais tempo a bateria irá durar.

Use a economia de energia
Se sua câmera tem um modo de economia de energia, ative-o. Assim, a câmera irá se desligar sozinha após um certo período de tempo se você se esquecer de fazer isso.

Desligue o autofoco contínuo
Se você não está fotografando objetos em movimento, desligue o autofoco contínuo para economizar energia: neste modo a câmera usa constantemente um motor para mover a lente e manter a cena em foco. Use o foco manual se possível.

Evite o flash automático
Este sistema geralmente prevê direitinho quando a cena precisa de luz extra, mas não é perfeito. Se você está fotografando uma paisagem à noite, ou se está longe da cena, o flash terá efeito quase nenhum sobre a imagem final. Desligue-o. Um bônus: com isso, e com o passar do tempo, você irá aprender quando uma cena precisa ou não de flash, o que vai acabar levando a fotos melhores. Acredite.

Não deixe as baterias no frio
Se você está fotografando em clima frio, irá descobrir que a bateria da câmera não dura tanto quando em climas mais amenos. Isso acontece porque a baixa temperatura deixa as reações químicas na bateria, que produzem a energia, mais lentas. Para evitar o problema, quando você não estiver fotografando mantenha a câmera “quentinha” no bolso do casaco ou junto ao seu corpo.

Cuide da bateria
Se você vai guardar sua câmera por um longo período de tempo, remova a bateria. Se puder descarregá-la completamente antes disso, melhor ainda. Mas não a mantenha vaiza por muito tempo: tente carregá-la completamente e usá-la pelo menos uma vez por ano. Caso contrário ela pode “morrer” de vez.

Tenha extras
I
sso é para quando tudo o mais falhar: sempre carregue uma bateria de backup, carregada, para o caso da bateria principal se esgotar antes do tempo. Você pode encontrar pilhas e baterias extras para a sua câmera online, ou na mesma loja onde a adquiriu.

Fonte: Michael King, PCWorld EUA
Publicado em 10-10-2011

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